novembro 14, 2003

Smile 42

A pedido de muitas famílias…aham…de algumas famílias…eerrr…de poucas famí…Ok, ninguém pediu, faço isto porque me apetece, resolvi revelar o que sei sobre a prisão do José Castello Branco.
Como já tinha explicado num dos Smiles, a verdadeira identidade do JCB foi apagada pelo KGB. No entanto, na sua ânsia de loucura e perigo, a Tatiana que ainda vive no âmago deste ser de rabo-de-cavalo veio ao de cima. E como? Exactamente. Através de uns collants de licra e de uma cuequita de fio dental.
Ao ser preso(a), o marchant foi obrigado a despir-se, e em frente a alguns homens. Tudo bem, até aqui nada de novo na sua vida. Esses homens descobriram que ele(a) estava a usar collants e foi dental. Continuamos sem novidades. Mas eis que de repente o(a) jogam para uma cela e não lhe fazem nada! Meu Deus! Aqui começa o martírio! Então fazem-no(a) despir-se, ficam ali todos a olhar para ele(a) e depois ninguém lhe faz nada?! Nem um beijinho?! Não, isto é demais! Não se podem gorar assim as expectativas de uma pessoa!
É então, que das profundezas da sua mente, surge alguém há muito aprisionada pela eficácia russa na lavagem ao cérebro. Tatiana Romanov! Insurgindo-se contra a injustiça dos selvagens polícias que obrigam uma pessoa a despir-se e que depois não lhe fazem nada, Tatiana saltou cá para fora em toda a sua pujança e…desatou a gritar!
Gritou que nem uma louca, uma doida, e não havia quem a calasse. Qual José Carlos Soares, a ela ningém a calava! Mesmo quando um dos prisioneiros, um ex-forcado com 1,94m, 98 quilos e com uns nítidos 12 anos de ginásio naquele corpo opulento, agarrou nas barras da sua cela e disse: “Ó bicha doida, ou fechas a matraca ou eu vou aí e prego-te dois estaladões na tromba e a seguir ainda te enfio o marsápio tão fundo nesse cu que vão ser precisas duas corporações de bombeiros para te desencarcerar!”, Tatiana não tremeu nem um segundo e ainda respondeu: “Obrigada pela solidariedade, mas não julguem que é com favores que me vão calar. Guincharei com todas as minhas forças até que me dêem gel e pelo menos dois cremes para o corpo!”.
Tatiana, já calejada com as torturas a que foi sujeita quando ainda agente do KGB, foi mais longe e ousou ainda recuperar a sua identidade actual, gritando que era “um senhor”! Com os seus fantásticos poderes de persuasão conseguiu que os guardas lhe abrissem as portas da cela, mas no entanto conseguiu resistir à tentação e não os atacou a todos com o seu golpe mais conhecido: As nádegas assassinas!
Amigos do marchant (que merda de profissão é esta?!) vieram a público manifestar a sua solidariedade, e à pergunta “Acha que o José Castello Branco é culpado?” chegaram mesmo a responder: “Quem?!”. Depois, quando a pergunta foi feita a alguém que o conhecia mesmo, a resposta foi: “Esse homem é um senhor!”. Finalmente, alguém que sabia de quem se tratava, pois não se referiu ao ser como homem, disse: “Tudo isto é uma grande injustiça! Ele nem sequer tocou nas crianças! Esses jovens estão a mentir, devem estar a confundi-lo com alguém!” – “Mas ele foi preso por posse de jóias…” – “Hã? Ah, quer dizer…pois…eu sei…estava a brincar…Mas ele foi preso?”. Foi mesmo possível aceder a uma gravação da entrevista que o JCB deu depois na Caras, mas sem censura, chamada de director’s cut, que a seguir transcrevo:
- Foi difícil o tempo que esteve preso?
- Nem calcula! Imagine-se numa loja de doces e não o deixam comer nada.
- Como?!
- Sim, tanto homem grande, musculado, mesmo ali ao lado e nada, nem um toque ao de leve…
- Mas com certeza está agradecido pela protecção que os guardas lhe proporcionaram nesse sentido?
- Aham…eerr…claro, claro.
- E a história do gel, como foi exactamente?
- Bom, estava lá um matulão que me agarrou e jogou contra a parede. Eu ainda gritei, mas ninguém foi ver o que se passava.
- Mas meu Deus, isso deve ter sido horrível. E gritou pelos guardas?
- Não, gritei: “Sim, sim, meu garanhão, arrebenta comigo!”.
- Ah…Bom, mas e o gel?
- Ah, sim. O gel era para os pêlos púbicos do Amílcar, que me estavam a picar os glúteos.
- Como?! Amílcar?!
- Sim, era o nome dele. Mas como não havia, acabei por puxá-los para trás com água.
- Puxá-los para trás?!
- Sim, querido, para depois não me irem para a garganta. Que ingénuo, amor…
- Bom, obrigado. Nós vamos ver o que podemos publicar e se for preciso alterar uma palavrita ou outra, alteramos, certo?
- Por mim tudo bem.

E na realidade foi alterada uma coisa ou outra, já que o que depois se soube sobre a estadia de JCB na prisão foi um pouco diferente.

PS: O que raio é um marchant?! (eu sei o que a palavra quer dizer, refiro-me à profissão…)

Publicado por Pikes em novembro 14, 2003 01:53 PM
Comentários

depois deste relato "profundo" do incidente,o sr jcb( importante figura do markting VIP portugues),deve ponderar a sua continuaçao á frente do partido elitista(denominada de jet 7 portugues)

Afixado por: Ze_povinho em dezembro 12, 2003 07:05 PM

«ningém» tira da cabeça do Senhor Doutor que aquilo não «foi dental»...

4, de 1 a 10.

Afixado por: Senhor Doutor em novembro 14, 2003 05:15 PM